As diferenças físicas não podem ser meramente esquecidas, mas tomá-las como uma questão decisivapara segregar uma sociedade, cada vez mais com conceitos preconceituosos sobre os assuntos que a cercam, é um esquívoco. Essa discrepância pode definir os papéis de homens e mulheres perante o fato da resistência masculina ser, na maioria das vezes, superior, mas nao podemos tomar isto como excludente.
Mulheres não são inferiores, incapacitadas e com o passar dos séculos aliada às mudanças nos costumes, tornamo-nos presentes no mercado de trabalho e também passamos a dividir afazeres domésticos com aqueles que se diziam donos do lar. Hábitos em constantes mutações compensam-se com os preconceitos, que diminuem, mas nao desapaarecem.
A biologia não pode ser tomada como a única correta para manter as diferenças carnais como um caminho para excluira mulher de atividades que que os homens acreditam sermos incapazes. Provamos nossas habilidades e tomamos lugar e respeito num mundo que não se resume ao lar.
Nossa cultura determina quem somos e, impreterivelmente, o meio exerce influência sobre nós. Mas mudanças ocorrem, e podem ser comprovadas, mostrando-nos que a força da humanidade é superior ao meio em que vivemos, basta ter uma causa para que ocorra a união de tais forças.
Assim, percebemos que a questão biológica ou natural não pode definir os nossos papéis perante uma sociedade. Nossas distinções sao apenas uma forma de manter nossa espécie, e o rumo que isto tomou foi um dos muitos erros que cometemos, mas que vem diminuindo, não extinto, mas ficando cada vez mais excasso. E com tantas mudanças, homens e mulheres tornam-se equivalentes.
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